Comunicação na Moara – um encontro entre as instâncias

Tivemos um encontro entre as instâncias (Colegiado de Professores, Conselho de Pais e Diretoria da Associação) no sábado, dia 19 de março, que surgiu como uma oferta de trabalho voluntário de Gentil Lucena e Margarita Morales (Alejandro – 2º ano e Salomé – 5º ano). Especialistas em Gestão Ontológica e Tecnologias Conversacionais, Gentil e Margarita presentearam com clareza e carinho a quem compareceu.

Abaixo repassamos o depoimento de Juliana Sato, do Conselho de Pais, e também um resumo do que foi exposto, escrito pelo próprio Gentil.

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Neste último sábado, como membro do Conselho de Pais, participei de um encontro na escola para o qual as três instâncias foram convidadas (Colegiado de Professores, Diretoria e Conselho de Pais). O tema era Comunicação, um assunto muito oportuno para ser discutido. A princípio eu fui meio na dúvida, não tínhamos muitas informações sobre o que iríamos trabalhar e com quem. Mas à medida que o professor Gentil e nossa querida Margarita iam avançando com a sua metodologia, cujos estudos incluem Planejamento e Gestão Organizacional e Gestão do Conhecimento, todos os presentes foram se desarmando e se entregando para uma experiência única. Acredito que foi muito enriquecedor e gratificante para cada um de nós, e para a Escola Moara como um todo. Agradeço a todos os presentes e principalmente ao casal por esta oportunidade.”

Juliana Sato

Conselho de Pais

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ESCOLA  MOARA:

Uma reflexão sobre sua gestão à luz de sua maturidade conversacional

por Gentil Lucena e Margarita Morales

1. Introdução

Ontem participamos de um evento muito interessante na escola dos nossos filhos, a Escola Moara. Aparentemente tratava-se de mais uma reunião escolar, só que, desta vez, parecia haver “um chamado” à sua comunidade – pais, professores e gestores (as crianças não foram chamadas, nem era o caso) – para conversar sobre a evolução e o desenvolvimento da Escola. Essa pauta, acreditava-se, de uma forma ou de outra, se relacionava e dependia do comprometimento de todos que constituíam a comunidade escolar, em particular dos gestores, professores e pais da escola.

Na verdade, dado que, com exceção deste narrador, todos os participantes da reunião eram mulheres, melhor seria dizer que foi uma reunião de mães, professoras e gestoras da escola, detalhe que, me pareceu, terminou por “dar um tom” tipicamente feminino à nutritiva conversa que ali se desenrolou: muita emoção, paixão, envolvimento, senso crítico e, mais que tudo, um olhar cuidadoso, cheio de curiosidade e carinho com a pauta a que se haviam proposto. Eu, nesse grupo, além de ser o único homem presente, me sentia particularmente comprometido com a reunião por ter, de alguma forma, desencadeado sua realização. Assim foi que, apesar do cansaço típico de todos nós em finais de semana, lá estávamos encarando mais um sábado de reunião.

2. A reunião em si

A reunião propriamente dita teve início com a colocação de três perguntas-orientadoras:

1ª pergunta: Qual a TAREFA  maior da Moara? A que veio a Escola?

(Perguntas subsidiárias: a Escola tem conseguido realizar seus objetivos? Considerando que esses objetivos são diferenciados (face ao status quo predominante no sistema educacional em que está inserida), os resultados alcançados ao longo de seus 11 anos de vida coincidem com esses objetivos? A Escola dispõe de indicadores claros que permitam constatar isso? Esses indicadores têm sido acompanhados? Esses indicadores estão bem dimensionados? A Comunidade Moara tem consciência de que tarefas e resultados exigem ação e que a realização da TAREFA da Moara exige a ação coordenada de todos,…? que essa ação é não trivial, que exige distinções que, hoje, talvez não estejam ao alcance de sua ainda jovem Comunidade?)

2ª pergunta: E como andam as RELAÇÕES  da Moara?

Seja em âmbito interno (por exemplo, entre pais/mães com os gestores/as e professores/as da Escola); seja em âmbito externo (por exemplo, com seus provedores, seus vizinhos, com o MEC e o Sistema educacional como um todo do qual faz parte)?

(Perguntas subsidiárias: Pode-se dizer que essas relações são boas, saudáveis, satisfatórias? As ações que delas se desencadeiam são bem coordenadas, harmoniosas e geram bons resultados? Ou causam muito estresse, resultados inexpressivos e custosos?…)

3ª pergunta: E a DIGNIDADE da Moara (ou sua SAÚDE de maneira geral)?

como anda, face às suas Relações e sua Tarefa?

(Perguntas subsidiárias: Como se sente a Moara? Ou, se preferirem: como se sentem as pessoas que se juntaram para fazer acontecer a Moara no desempenho de seus respectivos papéis? Ou, como é o “clima organizacional” existente? Como você, pai/mãe, professor/a, gestor/a, particularmente, se sente com relação à maneira como a MOARA hoje funciona?

Questionadas sobre qual desses aspectos mais se ressaltava em sua apreciação atual sobre a Moara, as pessoas, uma a uma, se posicionaram revelando suas percepções. Foi interessante observar que, em que pese o fato da pergunta insinuar a escolha por um dos três aspectos colocados, que à medida que a conversa se desenrolava, aos poucos ia ficando mais e mais clara a percepção coletiva da interseção ou co-influência mútua dos 3 aspectos entre si. Ou seja, que não dava para dissociar a realização da TAREFA da qualidade (ie., desde onde, forma, conteúdo) das RELAÇÕES entre as pessoas envolvidas nessa realização e, também, de como esses relacionamentos impactavam a DIGNIDADE (ou SAÚDE geral) dessas mesmas pessoas e da própria MOARA, como um todo!! Esse, eu diria, foi o primeiro resultado interessante da reunião.

À luz desse resultado, foi dada continuidade à reflexão, trazendo-se a ideia de que esse tripé sinalizador da dinâmica de funcionamento da Moara – TAREFA/RELAÇÕES/DIGNIDADE –, se considerado à luz da qualidade das conversações que o pautavam, na realização e conseqüências de todos e de cada um de seus aspectos considerados, parecia razoável inferir certa imaturidade conversacional do grupo (e, possivelmente da Comunidade como um todo por ele representado) que ali se dispunha a fazer uma primeira reflexão sobre como tem sido a jornada da MOARA nesses seus 11 anos de existência. Afinal, onde estamos? De onde viemos? Como surgimos? Quem nos trouxe até aqui? Para onde vamos? Onde queremos chegar? A quem ou ao que estamos servindo? Temos motivo para celebrar? Nossos filhos estão satisfeitos? Sentimos que estamos cumprindo nossa missão, individual e institucional, de educá-los para a Vida? …

ALGUMAS RESPOSTAS  COLHIDAS

“Qual é a nossa tarefa?

Nossa tarefa é imensa e ela foi esquecida

Só consigo ver a tarefa claramente diante das crianças

As crianças querem um adulto e nós nos distraímos

Quando vejo o outro, vejo sua distração e não vejo as minhas

A organização – as leis que nos organizam

Nosso compromisso é preparar um saboroso e nutritivo jantar… e nossa promessa é que as crianças aprenderão a fazê-lo, começando, preparando, desfrutando e deixando tudo limpo para recomeçar.

Nós estamos aprendendo a preparar o jantar!”

E, considerando que tudo que temos feito, nesse âmbito da Escola, tem sido feito à base de conversações – conversas de todo tipo, com os mais variados propósitos, nas mais variadas instâncias e, inclusive, umas com as outras e, até mesmo, nossas conversas privadas, cada um consigo mesmo… – estaria aí, em nossas conversações, um indicativo de onde poderíamos atuar no sentido de tornarmos mais profícua nossa TAREFA, mais harmoniosas nossas inter-RELAÇÕES e mais íntegra a nossa DIGNIDADE? O que lhes parece? Como reverbera em seu íntimo essas reflexões?

Isso posto, foi trazida a reflexão de se não seria essa potencial nova forma de atuarconversando com mais consciência – o que preconizam as diretrizes antroposóficas da Escola?, isto é, trazendo com nossas conversas ações conscientemente acompanhadas pelos nossos “pensares, sentires e quereres”? Não foi por isso que nos juntamos em comunidade, para prover uma melhor educação para nossos filhos e, mais adiante, para os filhos dos filhos de nossos filhos e, mais ainda, de todos os que vêm depois de nós? Então, vamos con-versar sobre isso?

3. A MOARA: Uma rede conversacional

Nessas alturas da reunião, parecia estar absolutamente instalada a noção de que a MOARA poderia definitivamente ser interpretada como uma REDE CONVERSACIONAL DE PESSOAS  E RELACIONAMENTOS, dentro de um Sistema (e.g., o Sistema educacional brasileiro), cuja pauta era, essencialmente, uma forma particular pautada numa pedagogia também particular – a Pedagogia Waldorf – de educar e de evoluir na Vida! A Figura 1 ilustra essa imagem.

Figura 1 - A Moara como um rede de pessoas e relacionamentos

Com isso, as perguntas-orientadoras anteriormente colocadas, agora poderiam ser condensadas e reescritas: Como então CONVERSAR para promover e fazer acontecer essa forma de ser, estar e fazer no mundo em prol de uma educação mais saudável para nossos filhos e para a Comunidade de um modo geral? Do que precisaríamos CUIDAR (GESTionar) para que isso aconteça, de forma efetiva e sustentável?

Foi então apresentada uma “ontologia” a partir da qual esse CUIDADO (ou GESTÃO) poderia ser realizado. A esse CUIDAR, ou GESTÃO, chamamos de “Cuidar Ontológico”, ou “Gestão Ontológica” (HIDALGO, 2009), assim designado propositadamente para diferenciar de uma mera questão de “gerenciamento” de um modo de fazer as coisas. Ver esquema mostrado na Figura 2.

Intencionalmente, busca-se diferenciar a noção de “gestão” da noção de “gerência”; enquanto esta última remete ao “fazer” típico baseado na visão tradicional da Administração, de indicadores econômicos, etc., a primeira busca preservar a idéia de gestação de um futuro que está por vir e para o qual, temos consciência, nos assumimos como co-responsáveis pelo seu acontecimento. Ou noutros termos, não vamos simplesmente gerir o presente à luz do que nos acorreu no passado para gerar um futuro; vamos, principalmente, cuidar, gestionar, para que esse futuro tenha a nossa cara, aquilo que queremos que aconteça, ainda que co-condicionado por injunções ambientais, mas em alguma medida conscientemente acompanhado de nossos pensamentos e sentimentos incorporados em nossas ações. Nos parece que essa forma de ser e fazer no mundo, além de ontológica por definição, vai muito ao encontro da visão antroposófica da gestão organizacional segundo Moggy e Burkhard (2000).

Figura 2 - Gestão Ontológica


Domínios em que é preciso atuar para garantir uma gestão efetiva (HIDALGO, 2009)

A seguir, sempre buscando-se espelhar em situações vividas no contexto da MOARA pelas pessoas presentes,  foi apresentado um marco conceitual para cada um dos domínios em que se precisaria atuar para imprimir uma gestão efetiva à MOARA tomando por base a rede conversacional que a constitui. O esquema abaixo, sobre os domínios, resume esse marco conceitual.

O domínio da (Realidade)

.O que – do que se trata

Nós, seres humanos, não temos acesso à Realidade última. Somos seres interpretativos. O mundo que vemos é apenas isso: o mundo que vemos! Não há nada que nos permita concluir que o que percebemos é melhor ou pior do que o outro percebe. Implicações éticas no fazer: da intolerância à tolerância ao respeito pela diferença do outro. Por isso a (Realidade) “entre parênteses”.

.Como

…Ferramenta conversacional requerida

As ferramentas são as AFIRMAÇÕES:

> são o que, na linguagem, remete ao mundo dos fenômenos ou dos fatos;

> são feitas tendo por base um espaço de distinções já estabelecido;

> por meio das afirmações, a palavra segue o mundo;

> podem ser: verdadeiras, ou falsas (ou indecidíveis);

> compromisso social implicado: sua veracidade, apresentar testemunho ou qualquer evidência social que se aceite como evidência.

…Competência conversacional

Ser capaz de fazer afirmações verdadeiras,comprováveis e relevantes.

O domínio das Possibilidades

O que – do que se trata

É o que nos permite ser efetivos (ou não) nas escolhas (ie, nas ações) que fazemos quando estamos gestionando. É o que concretamente nos remete ao futuro ou campo das  possibilidades que se nos apresenta. Linguagem é ação! Linguagem gera mundos!

Como

…Ferramenta conversacional requerida

As ferramentas são as DECLARAÇÕES:

> são o que nos permite faze escolhas, tomar decisões;

> o mundo segue a palavra;

> geram novas realidades, “novos mundos”;

> estão relacionadas com o Poder, seja este instituído pela autoridade legítima ou pela força (no caso de uma gestão ontológica,claro, não nos interessa o poder pela força);

> podem ser válidas ou inválidas, em conformidade com a autoridade do declarante.

> compromisso social implicado: comportamentos consistentes e autoridade condizente com declarações proferidas.

…Competência conversacional

Ser capaz de fazer declarações válidas, emitir juízos fundamentados e atuar de acordo com eles.

O domínio das Ações e Resultados

O que – do que se trata

É nesse domínio que surge a ação como aquilo que vai transformar o que existe hoje, para que o que pode ser… seja. É por meio da ação que o resultado aparece. Não há resultados sem ação. É aqui  que aparecem os atos de coordenação, porque o que se vislumbra no que se sonha para a MOARA não é algo que se possa fazer sozinho. Construir uma escola Waldorf madura, efetiva e sustentável ao longo de sua existência é uma tarefa de envergadura e, isso, só acontecerá com ações bem definidas, desenhadas e implementadas. Portanto, a pergunta é: como podemos ser efetivos em nossas ações e gerar os resultados que queremos? Que compromissos precisamos assumir?

Como

…Ferramenta conversacional requerida

As ferramentas são: os PEDIDOS, as OFERTAS  e as PROMESSAS.

> estas são as ferramentas pelas quais podemos concretizar o que foi desenhado;

> estas são as ferramentas pelas quais podemos não só estabelecer nossos compromissos mas, principalmente, honrá-los;

> o ciclo de coordenação de ações

…Competência conversacional

Ser capaz de compreender e implementar o ciclo de coordenação de ações;

> saber criar contexto;

> saber negociar;

> cumprir (e fazer cumprir) as ações prometidas;

> saber avaliar;

> saber reclamar;

> saber declarar;

> saber gerar confiança e identidade.

O domínio das Relações

O que – do que se trata

É nesse espaço que nos damos conta de que não estamos sozinho, que estamos interatuando com outros seres humanos, outros observadores tão legítimos em sua forma de ser como nós. É aqui onde deve despontar a ética do relacionamento baseada no respeito pelo diferença vigente na organização. É nesse espaço que nos damos conta de que nos constituímos uns nos outros; o espaço onde deve aparecer o “espírito Ubuntu”:“ubuntu, ngmuntu, nagamuntu”(em zulu) ou “uma pessoa só é uma pessoa por causa de outras pessoas”.

Como

…Ferramenta conversacional requerida

As ferramentas são:

> Os QUIEBRES  e as CONVERSAÇÕES;

> o desenho de conversações;

> a coerência entre Linguagem, Corpo e Emoção.

…Competência conversacional

> saber distinguir e lidar com quiebres (percebê-los, preveni-los, antecipá-los);

> saber reclamar;

> saber cuidar;

> saber desenhar conversações.

O domínio da Aprendizagem

O que – do que se trata

Tem a ver com desenvolver capacidade de ação. É possível porque temos a capacidade de fazer juízos e declarar que não sabemos (“não sei!”)

Como

…Ferramenta conversacional requerida

A ferramenta são os JUÍZOS.

…Competência conversacional

Saber dar e receber juízos com amor e respeito.

Observações:

  1. A apresentação e conversa sobre o domínio das RELAÇÕES foi desenvolvida pela Margarita Morales.
  2. Não chegamos a apresentar as distinções relacionadas ao domínio da Aprendizagem; o tempo não foi suficiente.

4. Colheita final

A reunião terminou com a apresentação de uma COLHEITA feita pela Margarita seguida por uma “palavra final” de cada participante. A seguir, reproduz-se a colheita feita.

COLHEITA

“Você me vê?

Eu quero ajudar! Imagina todos querendo ajudar!

Quando há quebras, buscamos uma cabeça,

faltam ações, faltam princípios.

Uma maneira de agir é não agir. Aqui, nossa maneira de agir é ‘não agir’, e não há cabeça porque assim escolhemos.

A ação coordenada é uma aprendizagem da qual precisamos. Buscar uma cabeça é uma escolha.

A consciência coletiva é o compromisso.

O compromisso é o que ilumina a ação.

Estamos resignados com ter uma Moara em cada pessoa. Somos peças de um mosaico

e não sabemos o que estamos construindo.

Está difuso o compromisso.

Aqui, tomamos a iniciativa quando não há ajuda.

Há uma rede de ajuda e tendemos a

esperar a que outros vejam e nos ajudem.

Às vezes, é possível fazer sozinho e, às vezes, não.

Vamos apagando incêndios…

não temos uma preparação para olhar fora dos incêndios.

O que fazemos com os instrumentos que já temos? São bons? Por que não estão nas nossas mesas de trabalho?

O nosso compromisso é nossa prática pedagógica.

Todos somos educadores e se espera de nós

a ‘adultez’ no nosso comportamento.

Improvisar em cima da organização é improvisar. Improvisar em cima da não organização é o caos.

Como vamos construir nossa confiança cultivada?

Temos o papel de reconstruir. E agora?

Perdoar é honrar mais celebrar.

Como podemos viabilizar essa autonomia se vivemos em estruturas hierarquizadas? Como fazer quando esperamos

que alguém nos diga o que ou como fazer?

’Olhar e falar sobre o desenvolvimento da criança

clareia tudo.’ (Rudolf Steiner).

Preciso de perdão.”

Palavras de encerramento

Agradecida.

Esclarecimento.

Estar de coração aberto.

Serenidade.

Me dou conta da nossa realidade.

A Moara é uma menina.

Me liberta ter responsabilidades.

Estou de mãos abertas para construir com outros.

Nomear as coisas é bom.

Faremos de novo? Daremos um segundo passo?

Foi um momento de alimento.

Uma clareza brilhante.

Nutridor.

Aceitação do momento.

Sou vista, estou aqui.

REFERÊNCIAS

HIDALGO, Ivonne. Gestión Ontlógica. Caracas: Mil Palabras Servícios Editoriales, 2009, 1a. Edição.

LUCENA FILHO, Gentil; MORALES, Margarita. Que tipo de profissionais estamos formando: Relato de uma experiência. XIV CIESC. Arequipa, Peru, 2004.

MOGGY, Jair; BURKHARD, Daniel. O Espírito TransformadorA essência das mudanças organizacionais no século XX!. São Paulo: Ed. Antroposófica, 2005, 5a. Edição.

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